A proliferação do bem

Foi num dia 27 que parti da vida física e entrei na vida definitiva.

Meus irmãos, faz aniversário de meu desencarne. Foi no mês de agosto. Mês da vocações.

O chamado de Deus para mim foi ininterrupto. Por que tantos se recordam de meu nome? Por que será que temos tanto a agradecer a Deus pela vida longa e feliz?

Eu creio na vida eterna. Sim! A vida não acaba jamais. Somente que se transforma tanto quanto são as realidades que precisamos conhecer e experienciar.

Dom Hélder. Assim ma chamavam. Nasci para ser o padre. Aquele que ora e trabalha pelos irmãos.

No meu entendimento, ser padre é ser o outro Cristo para aquele que passa na estrada da vida. E a preferência de Jesus Cristo, Nosso Senhor, é pelos pobres.

Assim vivi, servindo a Deus na pessoa do mais necessitado. E, não é diferente agora.

Não sou o Pai Abraão que vai ter como os fiéis em mundos distintos. Sou um  ser simples que procura ser coerente com o que recebeu de mais precioso.

O amor é para ser doado.

Nisto não há como refutar a verdade premente do Deus-Conosco.

Há muito o que fazer e neste ‘descanso eterno’ digo que o Pai trabalha em todas as moradas, o Cristo também. E nós vamos correndo atrás do prejuízo de tantas horas preguiçosas da existência.

Vamos ao trabalho. Recordar é bom. Mirar o futuro é essencial.

Viva a Vida!

Helder Camara

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