Trabalhadores da última hora

Já acabou o carnaval e o Papa convida para que vivamos intensamente o período da quaresma. Para que a Páscoa nos traga o nome de um novo pontífice.
Não seria errado dizer que as nomenclaturas dizem muito do significado das coisas e pessoas. O que não podemos é cristalizar as palavras a um sentido pleno. São símbolos.
Estou aqui a me comunicar por meio da psicografia. E quantos outros podem, daquilo que digo, tomá-las e entendê-las como quiserem; a seu bel prazer.
Buscar o sentido do que se diz e do que se ouve é bem diferente. Como num baile, a música convida à dança. Num monastério, o ambiente sugere uma atitude silente.
No plano de autoridades, aquele que se intitula ponte, médium, pontífice, poderá ser interpretado de várias formas.
O ideal existe. Trabalhamos com o que a realidade traz. Agora não é tempo de ficar com as mãos atadas.
Será necessário sair do baile de máscaras – com sua vivacidade peculiar e dirigir-se a um ambiente propício para a prece. Lá, poderemos escutar outra toada. O ritmo do pulsar do próprio coração. E bem lá no âmago do ser, o pulsar da vida em forma de luz estelar.
Brindemos a este encontro com o silêncio, e a esta solidão sonora!
Jesus, mestre divino, dá-nos coragem de avançar por caminhos e trilhas ainda não percorridos. Que saibamos caminhar em direção ao irmão com mãos dedicadas ao serviço do bem, com coração aberto ao perdão e à caridade, com a alma lavada, banhada no seu amor.
Amém. Assim seja.
Helder Camara

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